O Município de Vieira do Minho lançou recentemente a concurso a obra de requalificação da Escola Básica e Secundária Vieira de Araújo. Os trabalhos estão avaliados em cerca de três milhões de euros e são financiados em 85 por cento por verbas resultantes de uma candidatura ao programa de financiamento ‘Portugal 2020’. A Autarquia Vieirense vai comparticipar com 7,5 por cento da verba (correspondente a 225 mil euros).
O edifício tem mais de 25 anos e já não responde às exigências da lei atual, pelo que a remodelação foi considerada uma prioridade. António Cardoso, presidente do Município, entende que “a requalificação da escola é uma das nossas prioridades. Apesar de não ser uma obra da responsabilidade direta da Autarquia, estamos desde o início, empenhados e determinados na sua concretização”.
O autarca considera mesmo que “o projecto de arquitectura da nova escola responde competente e totalmente às exigências e especificações legais, tendo merecido emissão de parecer favorável por parte da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares. A execução desta obra, que terá grande significado para todo o concelho, será um excelente suporte para promoção e a construção de uma Escola harmoniosa, funcional, proporcionada e com identidade própria”.
As obras prevêm a requalificação de algumas das construções existentes, e a construção de um edifício de raiz para albergar a administração, a direção e unidades sanitárias gerais e espaços de trabalho de professores. Deste processo de requalificação resultará um edifício moderno, adaptado às necessidades atuais, com 50 salas de aula, salas de laboratório, salas de tecnologias de informação e comunicação, biblioteca e ainda uma zona de recreio coberto polivalente que será o centro de toda a vivência da comunidade escolar.
Os passadiços serão cobertos e estão garantidas condições de acessibilidade para os cidadãos portadores de deficiência física.
O edifício principal terá dois elevadores e os edifícios estão ligados por rampas. Estão previstos também trabalhos de isolamento térmico e a retirada de placas de fibrocimento.
As obras devem arrancar em Junho e terão um prazo máximo de um ano e meio.